RESENHA: CINQUENTA TONS DE CINZA + NOVO LAY + AGRADECIMENTO

Primeiramente, FINALMENTE o blog está com layout novo! Foi o mais rápido que já fiz na vida haha, porque passei quase 3 dias e noites inteiros fazendo. Parece fácil mas não é, quem faz o seu sabe, e ainda mais com essa montoeira de códigos que a gente tem que colocar de um lay pra outro novo. Nesse tentei fazer a coisa o mais clean que eu consegui, pensando sempre "menos é mais", e quis deixar com menos cara de blog pessoal, pois tava cansada daquelas colunas pequenas e da fonte miúda também. 

Segundo, hoje saiu o resultado da seleção de blogs parceiros de 2015 com as queridas editoras Arqueiro, Sextante e Saída de Emergência, e infelizmente, dessa vez o Kuroneko não renovou. Como estivemos juntos desde 2012, só queria agradecer a essas editoras queridas, que sempre tiveram um cuidado especial com os blogs parceiros e sempre atenderam tão bem as minhas solicitações, fosse pra resenha ou sorteio. E ano que vem, tentaremos de novo, com certeza!

E sobre o assunto principal do post, olha QUE LEGAL, tô escrevendo essa fucking resenha pela SEGUNDA vez, porque a fucking companhia de energia do meu estado, a maldita CEMIG, é uma bosta incompetente e fez o favor de deixar a luz cair aqui no meu bairro, enquanto eu já tinha escrito tudo mas ainda não tinha salvo. Pior é que reclamei disso no Facebook e veio um da minha cidade falando que pra ele não tinha caído... Pra aumentar mais ainda minha raiva né. 
Então vou tentar lembrar e reproduzir o que eu conseguir, mas não garanto nada :/

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Quando a jovem estudante de literatura Anastásia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja - mas em seus próprios termos. Por trás da fachada de sucesso - os negócios multinacionais, a vasta fortuna, a amada família, Grey é um homem atormentado por demônios do passado e consumido pela necessidade de controle.

Então, resolvi ler o livro movida pela mesma curiosidade que me move a ler clássicos, pra saber O MOTIVO de tanto sucesso. Peguei emprestado com a minha mãe, que ganhou de presente e não leu haha. O livro foi escrito inicialmente, segundo a autora, como uma fanfic de Crepúsculo/Twilixo num universo alternativo, e depois ela alterou pra uma história "normal". 

Temos então Anatasia Steele, universitária de 21 anos, inocente, virgem, sem experiência com homens, que vai entrevistar o magnata Christian Grey pro jornal da faculdade no lugar de sua amiga Kate, com quem mora, que ficou doente. 
A coisa mais ridícula é o tropeção que ela dá logo na entrada da sala. Gente, eu já tropecei muito feiamente nessa vida, mas em ESCADAS, não me lembro disso num chão plano, peraí. 
O livro é narrado em 1ª pessoa, sob o ponto de vista de Ana. Eu pessoalmente não gosto de narrativas assim, mas algumas passagens irônicas e engraçadinhas ajudam a melhorar a leitura. Que, claro, pelo estilo do livro, é simples, repetitiva às vezes, mas dá pra ler sem achar MUITO chata ou comum. 

Daí, ela coincidentemente (ou não, sei lá) se encontra com Christian mais uma outra vez, e leva alguns encontros para as coisas começarem a rolar, ao menos ele não se mostra muito afobado, mas a "atração" entre os dois é clara desde a primeira cena. O que não dá pra entender é esse desejo todo dele por ela, considerando que segundo o livro, ela é toda insegura, se veste com umas roupas que não a valorizam em nada e tal (ou seja, uma verdadeira Bella Swanta), isso até começar a se relacionar com Christian e passar a ficar mais arrumadinha né.


Ela é uma personagem que na maioria dos casos eu detestei, por ser uma tonta que se apaixona de uma hora pra outra por um desconhecido, e pensa como se a vida dela dependesse disso. Em certa hora do livro ela chega a chorar porque ele dá uma espécie de fora nela, quando eles NEM têm nada ainda, WTF moça? Poré m as partes boas dela são quando ela narra algo engraçado, ou responde ao Christian com alguma ironia e/ou sarcasmo, o que acaba deixando o livro mais leve.

Agora, Christian é um personagem que claramente tem problemas. Achei meio injustificado, infundado, sem sentido, sei lá, esse gosto por controle ter se desenvolvido por traumas de infância e por uma outra coisa que ele sofre na adolescência. SPOILER (selecione pra ler, por sua conta e risco): peraí, a Ana realmente ACHA que a tal Mrs. Robinson o molestou e ele foi uma vítima, mimimi tadinho? Com 15 anos é uma coisa, mas passou dos 18 já sabe muito bem o que está fazendo, e ele continuou com ela né... 

 O pior é que apesar de ser um problemático controlador, Christian também tem alguns momentos toleráveis, o que faz com que você não deteste o personagem totalmente. Mas certas coisas entre os dois me mataram de raiva, como por exemplo, uma cena de sexo onde Christian, com raivinha e mimimi, praticamente usa Ana, e depois ela só fica meio boba com o acontecido, e não reage de nenhuma outra maneira que deveria ter sido a certa. E aí, numa das cenas finais, que cria um problemão entre os dois, ela faz um caso desnecessário, considerando que era algo que ele já tinha feito com ela antes, ela sabia como era e tal, era só ter negado e não ter feito se sabia que podia se incomodar mais dessa vez, simples não? Eu até entendi o ponto de vista dela, mas eu teria estourado com ele por muito menos que isso, o que prova que Anastasia, apesar das tiradas engraçadas e irônicas, age como uma tonta nas horas decisivas. E ninguém aguenta protagonista tonta.


Ah, e sobre as cenas de sexo, claro que elas são muitas, e são bem escritas, sem palavrões ou linguagem baixa, mas em certos pontos ficam meio repetitivas, inclusive nos exageros. E tenho pra mim que o tema BDSM que a autora usou, ela quis colocar pouco ou sei lá, porque antes de ler o livro você fica na expectativa, achando que vai ter muita coisa chocante e tal, e na verdade não tem nada muito assim. Acho que o problema maior é toda a explicação que Christian cria para o PORQUÊ Anastasia deve aceitar ser a submissa e tal, é como se tudo girasse em torno DELE, e isso me irrita demais. 

E outro problema do livro é que bem, são 455 páginas, e muita coisa podia ter sido cortada. Ou ao menos substituída por alguma exploração mais útil, como por exemplo, a família de Christian, que aparece pouco, ou Kate, a amiga de quarto de Ana. Esse tamanho do livro faz a leitura se arrastar um bocado, porque tem muita coisa desnecessária que poderia ter sido cortada. 

Mas infelizmente, eu fiquei curiosa pra saber como será a mudança do maníaco do Christian nos outros dois livros (pois ele já mostrou alguma pouca nesse primeiro), algum dia vejo se leio. Enfim, é um livro leve e sem profundidade  nenhuma, serve mais pra distrair a cabeça depois de ler dois livros muito densos ou complexos.

Então é isso, até o próximo post :*

Lançamentos de março: Arqueiro e Sextante

Hey gente! Bom, ok que o último post teve maquiagem, mas não consigo ainda sair totalmente do assunto dos livros, eles ainda dominam o blog haha.  
E hoje o post é curtinho, sem muita falação minha, é mais pra falar sobre os lançamentos deste mês das Editoras Arqueiro e Sextante + outros lançados antes que quero ler. Let's go!

Editora Arqueiro 

Iona Sheehan cresceu com pais indiferentes, e com a avó materna, recebeu amor e uma orientação: ir a uma terra de florestas exuberantes e lendas centenárias – o Condado de Mayo, na Irlanda, onde o sangue e a magia de seus ancestrais atravessam gerações – e onde seu destino a espera. Iona chega sem nada além de um otimismo sem fim e um talento inato para lidar com cavalos. Perto do encantador castelo onde ficará hospedada, encontra a casa de seus primos Branna e Connor O’Dwyer, que a recebem abertamente em seu lar. Quando arruma emprego nos estábulos locais, Iona conhece o dono do lugar, Boyle McGrath. Ela logo percebe que ali pode construir seu lar, mesmo que isso implique se apaixonar perdidamente pelo chefe. Mas as coisas não são tão perfeitas quanto parecem. Um antigo demônio que há muitos séculos ronda a família precisa ser derrotado. Agora parentes e amigos vão brigar uns com os outros – e uns pelos outros – para manter viva a chama da esperança e do amor.
Nunca li nada da Nora Roberts por motivos de fila literária mesmo, que nunca acaba, mas sempre tive interesse, e ainda mais com esse, se passando na Irlanda e adjacências. E o livro ainda alcançou o 1° lugar na lista de mais vendidos do New York Times, então há grandes chances de que seja ~muito~ bom (com exceções, claro haha, vide Crepúsculo).

Florença, o berço do Renascimento. Um lugar culturalmente fervilhante, novo lar da doce Raven, que se muda para a cidade na tentativa de esquecer os traumas do passado e se dedicar à sua maior paixão: a restauração de pinturas renascentistas.
Um dia, voltando para casa, sua vida muda para sempre. Ao tentar evitar o espancamento de um sem-teto, Raven é atacada. Sua morte parece iminente, mas seus agressores são impedidos e brutalmente assassinados. Assustada e prestes a perder os sentidos, ela só consegue vislumbrar uma figura sombria que sussurra: Cassita vulneratus. Ao despertar, Raven faz duas descobertas perturbadoras: uma semana se passou desde o ocorrido e ela se transformou por completo. Quando volta ao trabalho, mais uma surpresa: alguém conseguiu burlar o sofisticado sistema de segurança da galeria e roubar a inestimável coleção de ilustrações de Botticelli sobre A Divina Comédia.Em busca da verdade, Raven cairá diretamente nos braços do Príncipe de Florença – tão belo quanto poderoso, tão sedutor quanto maligno –, que lhe apresentará um submundo de seres perigosos e vingativos, cujas leis ela precisa aprender depressa se quiser se manter viva e salvar os que a cercam.

Sylvain Reynard é autor da série O Inferno de Gabriel, que é elogiadíssima e que também ainda não li pelos mesmos motivos de fila literária. Achei a sinopse de A Transformação de Raven interessante e misteriosa, já quero ler. É é o primeiro da série Noites em Florença, e seus personagens foram apresentados em O Príncipe das Sombras.

Aos 91 anos, Ira Levinson sofre um terrível acidente de carro. Enquanto luta para se manter consciente, a imagem
de Ruth, sua amada esposa que morreu há nove anos, surge. Ele se agarra a isso e relembra momentos de sua longa vida em comum. Perto dali, Sophia Danko, uma jovem estudante de história da arte, acompanha a melhor amiga até um rodeio. Lá é assediada pelo ex-namorado e acaba sendo salva por Luke Collins, o caubói que acabou de vencer a competição. Ele e Sophia começam a conversar e logo percebem como é fácil estarem juntos. Luke é completamente diferente dos rapazes privilegiados da faculdade. Ele não mede esforços para ajudar a mãe e salvar a fazenda da família. Aos poucos, Sophia percebe que Luke talvez tenha o poder de reescrever o futuro que ela havia planejado. Isso se o terrível segredo que ele guarda não puser tudo a perder. Ira e Ruth. Luke e Sophia. Dois casais de gerações diferentes que o destino cuidará de unir, mostrando que, para além do desespero, da dificuldade e da morte, a força do amor sempre nos guia nesta longa jornada que é a vida.
Nicholas Sparks, muita gente ama né? Dele já li Querido John e Diário de Uma Paixão, e gostei muito dos dois, menos dos finais (Savannah, tu merece a morte, mulher!). Não é o meu tipo de literatura favorita mas de vez em quando é sempre bom ler algo leve e romântico, cheio de lições sobre a vida haha. Esse também parece ser bom, achei legal envolver protagonistas jovens e idosos numa mesma história. 

Editora Sextante 


Escrito para todos aqueles que já se perguntaram de onde vieram, para onde vão e o que estão fazendo aqui, este livro explica que a vida é muito mais do que aquilo que percebemos com os cinco sentidos e que a morte simplesmente não existe.
Por meio de exercícios e meditações, o renomado médium nos guia pelas diversas dimensões do mundo imaterial, oferecendo respostas a alguns de nossos principais questionamentos:
• O que é a alma?
• O que acontece durante uma experiência de quase morte?
• Para onde vai nosso espírito depois que morremos?
• Como é o processo de reencarnação?
• Que lições nossa alma precisa aprender ao voltar à Terra?
Com base em mais de 30 anos de experiência em ajudar as pessoas a compreender os mistérios da vida
e da morte, o autor nos estimula a identificar nosso verdadeiro papel no mundo e a cumprir o destino de
nossa alma.
Me gusta mucho qualquer livro com temática espiritual e sem apego a dogmas religiosos. Já li muitos sobre isso e nunca me parecem demais, há sempre muita coisa pra saber e pra se questionar. James Van Praagh é um dos médiuns mais conhecidos do mundo e já escreveu outros livros sobre o tema que saíram pela Sextante, como Descobrindo sua Força Espiritual, Espíritos entre Nós e Conversando com os Espíritos. 

 O jogo das perguntas se tornou um fenômeno ao levar os leitores a refletir sobre seus princípios e valores. Abordando diversos assuntos – como amor, dinheiro, sexo, ética e tecnologia –, este livro estimula o crescimento pessoal, ajuda a aprofundar seus relacionamentos e é um ótimo passatempo para quando você estiver sozinho no carro ou num jantar com seus amigos e familiares. Nas 291 questões polêmicas que encontrará aqui, você será convidado a explorar o mais fascinante dos temas: você mesmo e a maneira como lida com a vida.
Pergunte. Reflita. Debata. Sem oferecer uma resposta sequer, este livro vai desafiar suas crenças e, quem sabe, mudar a maneira como você enxerga o mundo e as pessoas à sua volta.
 Lembram daqueles cadernos de pergunta dos tempos da escola? Eu adorava ficar pensando coisas sobre mim mesma, me questionando e me conhecendo melhor pra poder responder, e esse livro me fez lembrar esses cadernos. Já vendey 2,5 milhões de exemplares pelo mundo, e não pode ser à toa né? Acho muito legal esse tipo de livro, onde a gente literalmente interage com ele. 

Bônus - outros que já foram lançados e quero ler 

Debaixo da Universidade, bem lá no fundo, há um lugar escuro. Poucas pessoas sabem de sua existência, uma rede descontínua de antigas passagens e cômodos abandonados. Ali, bem no meio desse local esquecido, situado no coração dos Subterrâneos, vive uma jovem. Seu nome é Auri, e ela é cheia de mistérios. A música do silêncio é um recorte breve e agridoce de sua vida, uma pequena aventura só dela. Ao mesmo tempo alegre e inquietante, esta história nos oferece a oportunidade de enxergar o mundo pelos olhos de Auri. E nos dá a chance de conhecer algumas coisas que só ela sabe... Neste livro, Patrick Rothfuss nos leva ao mundo de uma das personagens mais enigmáticas da série A Crônica do Matador do Rei. Repleto de segredos e mistérios, A música do silêncio é uma narrativa sobre uma jovem ferida em um mundo devastado.
Tendo lido e adorado O Nome do Vento e O Temor do Sábio, com esse livro acho que vai ser melhor ainda, pois a protagonista é a fofa da Auri, que é uma personagem ótima e muito misteriosa na série. Além de tudo, parece que o livro é ainda mais lírico e poético do que os outros, o que só me deixa com mais vontade de ler pois a escrita do Patrick Rothfuss é maravilhosa. E essa capa linda, comofas?


Se não fosse pela magia, Atlanta seria uma boa cidade para viver. No momento em que a magia domina, os carros param e as armas falham. Quando a tecnologia assume, os feitiços de proteção já não protegem sua casa dos monstros. Aqui, os arranha-céus são derrubados pelo ataque da magia; homens-lobo e homens-hiena rondam as ruas arruinadas; e os Mestres dos Mortos, necromantes impulsionados pela fome de poder, comandam vampiros com suas mentes.
Neste mundo, vive Kate Daniels. Kate gosta um um pouco demais de usar a sua espada e tem dificuldade de ficar calada. A magia em seu sangue a torna um alvo, e ela passa a maior parte da vida se escondendo no meio da multidão. Mas quando o guardião de Kate é assassinado, ela deve optar entre não fazer nada e manter-se segura… ou perseguir o assassino sobrenatural. Esconder-se é fácil, mas a escolha certa nunca o é...
 Lançado pela Editora Saída de Emergência, é do gênero Fantasia Urbana, um que só fui conhecer agora (embora já tenha lido coisas do tipo, Os Instrumentos Mortais poderia se encaixar nele, talvez?). Ainda há poucas resenhas do livro, mas todas que li falam MUITO bem, da protagonista, do cenário, do romance tenso do casal principal, então tendo isso tudo, e ainda num cenário fantástico, já quero MUITO³ ler.



Em 1002, Emma da Normandia, uma nobre de apenas 15 anos, atravessa o Mar Estreito para se casar. O homem destinado a ser seu marido é o poderoso rei da Inglaterra, Æthelred II, muito mais velho que ela e já pai de vários filhos. A primeira vez que ela o vê é à porta da catedral, no dia da cerimônia. Assim, de uma hora para outra, Emma se torna parte de uma corte traiçoeira, presa a um marido temperamental e bruto, que não confia nela. Além disso, está cercada de enteados que se ressentem de sua presença e é obrigada a lidar com uma rival muito envolvente que cobiça tanto seu marido quanto sua coroa. Determinada a vencer seus adversários, Emma forja alianças com pessoas influentes na corte e conquista a afeição do povo inglês. Mas o despertar de seu amor por um homem que não é seu marido e a iminente ameaça de uma invasão viking colocam em perigo sua posição como rainha e sua própria vida. Baseado em acontecimentos reais registrados na Crônica Anglo-saxã, A rainha normanda conduz o leitor por um período histórico fascinante e esquecido, no qual fantasmas vigiam os salões do poder, a mão de Deus está presente em cada ação e a morte é uma ameaça sempre à espreita. Governando na época compreendida entre o rei Artur e a rainha Elisabeth I, a rainha Emma é uma heroína inesquecível cuja luta para encontrar seu lugar no mundo continua fascinante até hoje. 
Tá aí, um dos meus gêneros preferidos: os históricos! Ainda mais se situados em épocas longínquas como essa. O livro tem todos os elementos pra fazer a louca da História aqui surtar hahaha! São coisas que me interessaram que é até redundante fazer uma lista, então só digo que quero ler PRA ONTEM também

E aí, alguém já leu algum desses ou quer ler também? E ah, A Libélula no Âmbar (segundo volume de Outlander) e A Herdeira das Sombras (continuação de A Filha do Sangue) não estão na lista porque já pedi pra SdE mandar! :) 

Besos :* 

Resenha: Outlander + makes inspirados

Voltei! E dessa vez com um post bem legal, pois além de ser a resenha de Outlander, tive uma idéia mirabolante... Não falo disso aqui no blog, mas algo de que gosto muito é maquiagem. Vivo comprando coisas novas quando dá (e me segurando pra não comprar coisas à toa hahaha) e olhando vários blogs e vídeos na net. Daí tive essa idéia que me deixou pensando muito no que fazer por vários dias. De fazer maquiagens inspiradas nos livros que leio! 8D Porque make inspirado em quadrinhos e mais um monte de coisa a gente vê pra lá e pra cá, agora em livros lidos, nunca vi, então quis colocar em prática! :) Então, primeiro, vamos à resenha. 

Editora: Saída de Emergência 
Páginas: 800
Nota: 
Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel na Escócia. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.
Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?

Mas cá entre nós, honestamente? Não é pra puxar lenha pra minha fogueira ou saco não, mas as editoras com quem eu tenho parceria estão sempre de parabéns 8D A Saída de Emergência então... Só pela Trilogia das Jóias Negras já merece todos os elogios, mas com Outlander, NOSSA. NOSSA. NOSSA. HOLY MOTHER OF FUCKING GOOD BOOKS! 
Escrever resenha de livro ruim e escrever resenha de livro bom são as coisas mais difíceis, porque a gente costuma ter tanto pra falar e acaba podendo se perder. Então a resenha de hoje vai ser daquele jeito prático que eu faço às vezes, 5 motivos pra você ler Outlander. AGORA. Aliás, nem precisa ler a resenha, levante a bunda da cadeira e vá à livraria mais próxima ou se sua cidade não tiver (como a minha ♥), faz o favor de comprar pela net.

1) AMBIENTAÇÃO: O período histórico que a Diana escolheu pra começar a história é maravilhoso, 1945, quando a Segunda Guerra Mundial tinha acabado. Não sei vocês mas eu sou fanática por história e por esse período em particular, já é totalmente melhor do que se a época atual fosse a escolhida, por exemplo. 
E depois, o período histórico pro qual a Claire viaja também é muito legal, pois tem toda aquela coisa dos clãs, castelos, tradições e tal (algumas até me irritam, porque infelizmente, a Escócia já era muito católica e machista), embora eu também possa dizer que em se tratando de Escócia, QUALQUER, absolutamente qualquer período histórico eu adoraria e acharia interessante hehe. 

2) PROTAGONISTA: Simplesmente, Claire é MUITO foda! Eu estava há simplesmente milênios ansiando por uma protagonista LEGAL de verdade. E cansada dos YAs que eu amo, mas são meio carentes de protagonistas boas, Outlander cumpre esse requisito com louvor. Claro, porque pra começo de conversa Claire é jovem mas é adulta (mas as mocinhas dos YAs, muitas quase não são adolescentes mais e agem como tontinhas, acho que a idade não influencia tanto), e numa história como essa ela não pode ser uma protagonista que fique de mimimi. Ela é inteligente, forte, irônica e engraçada, corajosa (e um pouco teimosa mas também é do tipo que evolui e aprende com os erros, o tipo de personagem principal que dá gosto de acompanhar) e assume o que ela quer e o que não quer. Depois de muito pensar e refletir (mas SEM mimimi), ela vê que não pode mais negar o que sente por Jamie, ela encara isso e as consequências de frente, sem querer voltar atrás ou ficar insegura. Fora a inteligência e a coragem que ela demonstra em outras situações mais à frente, you go girl!

3) CASAL: Claire e Jamie, Jamie e Claire ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ Não é O casal perfeito exalando qualidades por todos os lados, porque Jamie e Claire não são perfeitos, mas é isso que faz ter a graça e pra mim, é melhor do que se fossem apenas perfeitos. Jamie tem muitas qualidades mas também muitos defeitos, é teimoso, apegado às tradições e orgulhoso, mas se esforça pra mudar isso tudo em prol de seus sentimentos por Claire. E as brigas deles são ótimas porque são reais, é raro ver brigas de casais aparecerem nos livros. E igualmente boas e bem escritas são as cenas fofas e românticas dos dois, assim como as, cof, proibidas pra menores hehe. Não achei que fossem ter tantas dessas no livro, estavam à beira de serem excessivas na quantidade mas até que não foram, achei que a autora fez isso pra trazer mais realidade pra história. E falando nisso, Jamie é mais novo que Claire, achei fofo! :3 Ele tem 23 e ela acho que 27 e faz 28 durante a história. E SPOILER (ele é virgem, e ela "deflora" ele hihihihi). Ah, é difícil falar dos dois, porque é uma coisa muito complicada, Claire tinha seu marido Frank mas de repente é transportada no tempo e acaba se apaixonando por Jamie (e ele por ela), o que ela poderia fazer? É totalmente compreensível porque inicialmente ela fica muito dividida, mas é bem claro o amor e a paixão (palavra cafona, mas é isso) de um pelo outro, o cuidado de um com o outro, eu achei muito real e identificável, e às vezes é bom ler algo igualmente apaixonado, porém mais maduro, do que devaneios adolescentes de YA.

4) LEITURA: Outlander é um livrão. 799 páginas (poderia ser 800 de uma vez haha)! E a continuação parece ainda maior. Pra mim isso é um prato cheio, um verdadeiro banquete, mas sei que tem muita gente que acha cansativo e poderia até desistir de ler só pelo tamanho. Mas NÃO TEM como, porque a história é muito boa. Geralmente todo começo de livro é chatinho, mas Outlander foi chatinho só até a página 0, ou seja, NÃO foi chatinho, já começou bom :) Isso é um feito raro? Yep! Porque Diana Gabaldon escreve TÃO bem, emendando uma coisa na outra, que fica difícil largar o livro, ele te envolve completamente. O jeito como ela escreve, não totalmente rebuscado mas também não totalmente simples, é o equilíbrio perfeito pra te inserir na história e nos personagens, com muita proximidade e sem cansar ou cair na mesmice. 

5) ACONTECIMENTOS: Falando no livro em si, Diana Gabaldon também desenvolve MUITO bem o que acontece com Claire a partir de quando ela é transportada no tempo, e COMO isso acontece. Ela aproveita bem o período histórico, uma tentativa de tomada do trono inglês prestes a acontecer, a situação dos clãs, Jamie como membro de um deles e Claire sendo vista como uma possível espiã, mais a presença das tropas inglesas nas Highlands escocesas. Eu ficava constantemente me colocando no lugar da Claire, pensando no que poderia acontecer se uma decisão ou outra fosse tomada. Porque em pleno 1743, as coisas eram bem extremas, qualquer coisinha poderia ser perigosíssima e as pessoas matavam que nem água hahaha. Isso sem contar a descrição das batalhas, cenas violentas e dos locais, a ambientação é maravilhosa, o que só ajuda na verossimilhança dos acontecimentos. 

Eu fiquei MUITO apreensiva com o plano de fundo histórico, que é um elemento importantíssimo do livro, se não for O mais importante, pois o Levante Jacobita culminou com a completa extinção dos clãs da Escócia, todos os membros foram caçados e mortos. Claire veio do futuro, então ela sabe disso. Como ela fará pra impedir esse desastre e que Jamie corra perigo? O final do livro me deixou MUITOOO apreensiva e curiosa pra saber qual será a próxima ação deles com relação a isso. E também, claro, a outras coisas, sobre Frank, o marido de Claire, e a questão toda da viagem no tempo. Comofas? Quero ler A Libélula no Âmbar pra ONTEEEEEEEEEM!

E agora estou simplesmente louca e surtada assistindo ao seriado, que lançou até agora a metade da 1ª temporada, que é a metade do 1° livro, o resto será lançado em abril. 

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E agora, sobre a minha idéia tresloucada das maquiagens, hihihi. Quis fazer coisas inspiradas na ambientação dos livros, no que li e depreendi de como seria (por exemplo, o trecho em Outlander onde no castelo, são dados itens de maquiagens à Claire para se arrumar), coisas que na minha cabeça combinavam e fariam sentido, e claro, coisas usáveis pra atualmente haha. 
Deixando claro que não tem tutorial nem essas coisas porque tô LONGE de achar que posso ensinar alguma coisa pra alguém haha. Ainda tenho que aprender e praticar muito pra isso :p 

Linearmente, vou colocar a última maquiagem que fiz no dia como sendo a primeira pois:
É a inspirada nos anos 40, a época de onde Claire veio. Pensei em fazer uma coisa mais como ela usaria, porém ficaria muito discreto e praticamente não ia aparecer na foto. Fiz também uma tentativa de roupa e de cabelo antigos haha, era pra estar mais cacheado (como era moda na época, e como o da Claire), porém meu cabelo não segura babyliss nem cacho nenhum direito :'( E como fiz a 2ª maquiagem antes dessa, nela ele estava ligeiramente mais ondulado. E deixando claro que essa maquiagem eu mesma não usaria, pois tem dourado e é uma cor que não curto muito, porém na caracterização de algo meio anos 40, acho que não podia faltar. (na verdade isso tá quase anos 50 né, mããsss finge que não)

Usei sombra dourada na pálpebra móvel + marrom esfumado no côncavo
Muito lápis preto na linha d'água + muito rímel + delineado grosso com final de gatinho médio
• Sobrancelha reforçada com sombra marrom (tá aí uma coisa que não gosto, mas na época era uma característica dos makes)






A segunda maquiagem, que no dia foi feita primeiro, é inspirada no séc. XVIII, 1743 adiante, pra onde Claire é transportada. Claro que nesse caso teria que ser uma coisa mais discreta e menos pesada (afinal, quanto mais antiga a época, menos maquiagem hahaha). mas ainda assim quis dar um tiquinho de destaque ao olho, afinal é um make inspirado, não o que REALMENTE usavam na época haha. 
O cabelo, como disse, fiz o babyliss pra ficar parecido com o da Claire e mais ainda, pra seguir a moda da época, pois no livro os cachos são mencionados. Prendi as mechas da frente pra trás como a sra. Fitz faz com o cabelo da Claire no começo do livro, quando ela chega no castelo e é apresentada a Colum. 
No livro também se fala muito sobre corpete, então coloquei o meu corselete, que não é exatamente o daquela época (que é mais curto), mas acho que deu uma ambientada melhor na produção, junto com a blusa.  

Usei sombra rosa queimado na pálpebra móvel + iluminei o canto interno com uma mais clara +  marrrom esfumado no côncavo
Muito lápis preto na linha d'água + muito rímel + delineado fino sem gatinho no final 
 Sobrancelha ao natural, sem marcar (no livro é mencionado isso mas acho que nesse caso ficaria melhor sem)








Produtos usados:


1 - Base líquida cor 02 - Vult
2 - Pó compacto cor 02 - Vult
3 - Creme fix para sombras - Contém 1g
4 - Corretivo líquido Mary Kay, cor yellow
5 - Rímel The Colossal Volum - Maybelline
6 - Lápis para olhos preto Mega Impact - Avon
7 - Lápis para lábios Hydra Extreme, cor red glamour - Maybelline
8 - Kitzinho de pincéis do AliExpress (e um maior pra pó e blush de outro kit)
9 - Quinteto de sombras Glam - Vult (usei as duas mais claras na make anos 40)
10 - Duo sombras Color Trend, rosa queimado e pérola - Avon (sombras antiiigas hahaha, mas a cor é coringa, usado na make séc, XVIII)
11 - Batom matte Red Revolution - Maybelline (dupe do Russian Red da MAC)
12 - Batom líquido matte cor Boca - Max Love (usado na make séc. XVIII, e sim, a tinta do frasquinho é fraca e ele descascou, e a cor é mais puxada pro marrom do que saiu nessa foto e nas que usei ele :[ )
13 - Duo de blush Ruby Rose (marca xing ling desconhecida haha, mas a cor é linda, mais puxado pro malva/lilás do que saiu na foto, de novo)
14 - Sombra cor Brown Stone - Duda Molinos 

As fotos foram feitas usando a lente 18-55mm, por causa da distância focal a 50mm nesse caso não iria dar certo :( (mas usei ela pra foto dos itens usados nos makes).
Espero que tenham gostado do post! Já era uma grande vontade minha postar sobre maquiagem aqui há muito tempo, mas nunca arrumava algo legal e tal. Agora já temos! :) 

Besos~

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