RESENHA: BATONS LÍQUIDOS MATTE MAXLOVE


Olá mortais que lêem o blog (na verdade tô sendo otimista falando no plural, se tiver UMA PEÇOUA que lê isso aqui nas atuais condições de abandono em que ele se encontra, já é muito).
Bom, o post de hoje não é sobre livros, nem livros que eu quero, nem sobre séries ou filmes, é sobre MAQUIÁGI. Assunto que aparece pouco aqui no blog, apesar de eu gostar muito (leia-se: não me acho "maquiadora", só faço bem a maquiagem em mim e olhe lá, nem pra tutoriais devo prestar hahaha).

Vou falar sobre os batons líquidos matte da Maxlove, nas cores Vegas e Brun. É a primeira sobre maquiagem, e primeira de muitas sobre isso que pretendo fazer aqui! :D

Esses batons eu comprei numa loja de cosméticos aqui na minha cidade, foram R$14,90 na época, eu acho. Já vi vendendo por menos mas aqui é tudo uma facada. Eu já tinha dois batons líquidos da marca comprados anteriormente lá também, o Boca e o Jaboticaba. Acontece que o Boca acho que perdeu a cor original, porque cismei de misturar um tiquinho de marrom e vermelho nele, e a embalagem já descascou toda, nem ia ficar legal fotografar. Podia ter feito quando comprei né, mas na época acho que não pensava muito em falar de maquiagem aqui. 
E o Jaboticaba deu um ressecamento LOUCO nele que hoje só funciona se eu der o truque do banho-maria, botando num potinho com água bem quente embaixo por uns minutos pra amolecer, só assim consigo usar. Realmente não sei o que houve, se foi por conta do pigmento escuro, porque foi o único da marca que ficou assim. Mesmo assim é uma cor muito bonita, tipo o Sapatilha da Dailus (que eu não tenho). 


(Sobre as fotos com o "cenário" diferente: tirei de um jeito e depois de outro e sim, sou louca, porque não consegui escolher uma das duas)
Bom, agora sobre os batons num geral, eles são bons e com ótimo custo-benefício. O pincelzinho é aquele típico de batons líquidos. A consistência é quase como uma mousse, não é líquido como os da Quem Disse Berenice e Tracta (que ganharão resenhas futuras) e nem grosso como os da Dailus (que vai ganhar uma também), então o acabamento na boca fica muito melhor que esse da Dailus por exemplo, que deixa a aparência muito seca. 
Ele leva 1 minuto aproximadamente pra secar totalmente, nunca medi, e depois que seca, fica matte SIM. Já vi muita gente reclamando que ele não fica, deve ser problema com lotes específicos do produto, porque todos que eu tenho ficam sequinhos (lembrando o Jaboticaba que secou até demais hahaha).    
Depois que secam na boca, porém, não ficam com aquela textura craquelenta e ruim que incomoda na boca, como, de novo, os da Dailus. Os da Maxlove ficam com um toque aveludado, que é muito mais confortável. 
Claro que isso influi um pouco na duração, mas nada absurdo, se você comer, ainda mais sem cuidado, ele vai acabar saindo no centro da boca, como todo batom líquido. 
Agora sem comer dura várias horas tranquilo. Não cheguei a fazer um teste cronometrado nem nada, mas imagino que dure bem pelo que eu uso do Boca quando vou sair durante o dia, por exemplo, e não comi nada. 

E ah, as cores são especiais, muito bonitas mesmo. O Brun é um marrom chocolate com um tom um pouquinho frio e tem uma cintilância que fica quase imperceptível na boca, só se enxerga no vidrinho mesmo.




E o Vegas é um vinho não muito escuro, com um fundo cereja avermelhado. Digo vinho não muito escuro porque não considero ele um vermeeelho, ele fica um bocado escuro a ponto de poder chamar mais de vinho do que de vermelho. Ou um vermelho escuro quase vinho? Eta caramba hahaha. Bem, em outras meninas mais morenas, pode ser que fique mais claro e aparente ser mais vermelho. 




Ah, as embalagens da Maxlove vivem mudando. As do Boca e Jaboticaba são cilíndricas com a tampa arredondada, as do Brun e Vegas são mais estreitas embaixo e larguinhas em cima, tipo as da Tracta. Foi o modelo que eu achei mais bonito, mas sei que já mudaram, agora elas estão "bojudinhas", tipo larguinhas no centro. 
E outra coisa importantíssima de falar: O CHEIRO. Ai deuses, esse cheirinho de Bubbaloo de uva é MUITO bom, dá vontade de comer o batom, honestamente. Já vi muita gente reclamando de batons com cheiro, mas até prefiro que tenha do que seja aquele troço com cheiro químico que dá até medo de usar e cair sua boca, como os da Dailus. 
Então, por hoje é isso, pelo menos essa resenha não ficou tão imensa como quando faço resenha de livros, claro hahaha.
Espero que tenha dado pra passar as informações certinho e que tenham gostado dela e das fotos, se tiver alguma coisa mais ou menos, relevem porque é minha primeira resenha de make haha, claro que o propósito é ir melhorando. Qualquer dúvida, só comentar :) E please, não reparem na alteração do tom da iluminação, é que eu tirei as fotos na frente da janela e a porcaria do sol aparecia e sumia toda hora, daí algumas ficaram com tom mais quente e outras mais frio.

Besos!

MINHA MINA


Hoje é dia de um post muito especial aqui no blog. Postei esse texto no meu Insta (@yasmayfair), e como já teve um outro post dedicado a uma das minhas filhas antes (link aqui), achei que claro, esse também deveria ir ao ar. Foi postado dia 12 de outubro, agora já passou da meia-noite e é dia 13, mas como ainda não dormi, continua sendo 12 pra mim então é válido. Foi difícil enquanto eu escrevia pelo celular porque chorei muito e não queria me prolongar, são minhas palavras mais sinceras. Ei-las: 

Hoje fez sete meses sem você. Até então eu não conseguia postar foto nem nada, tamanha era a dor. Ela continuará, mas você merece as melhores palavras que eu conseguir escrever. Quem tem gato sabe que a ligação com eles é uma coisa única, quase espiritual, é impressionante. Eu não digo que você era a melhor gata que qualquer pessoa poderia ter, mas tenho convicção que você foi a melhor que eu poderia ter. Feitas uma pra outra, eu e você. Minha companheira de dormidas até tarde ou de ficar acordada de madrugada, de se empoleirar na minha escrivaninha enquanto eu desenhava e de leituras durante a tarde ou antes de dormir. De cochilos e ficar perto do computador enquanto eu estudava, de refeições com a tampinha do iogurte que você gostava tanto, de andar pelo quintal. De me consolar quando eu estava triste. 
E sem você tudo perdeu um pouco da graça e meu coração perdeu um pedaço, sempre vai existir essa pontada de saber que não te tenho mais comigo. Eu achava que íamos passar tão mais tempo juntas... E foram só 4 anos e meio. É tão pouco perto do que eu achei que seria, e ao mesmo tempo vivemos tanta coisa. 
A cada vez que você vinha na minha direção quando eu chamava ou não, quando miava na porta do meu quarto querendo entrar, quando eu saía do banho e você estava do lado de fora do banheiro me esperando, no mesmo instante eu era a pessoa mais feliz do mundo. Esses 4 anos foram alguns dos mais felizes da minha vida, porque você estava neles. E mesmo com tanta tristeza, dor e saudade, eu não posso deixar de agradecer à Divindade por ter me escolhido e através da minha vó, te colocado nas minhas mãos naquele 23 de dezembro, aquela bolinha de pelo maltratada e bravinha, que eu apertei e fiz carinho até se acalmar. E que eu amei e cuidei até virar uma das coisas que eu mais amei na vida, e por quem fui tão amada de volta. 
De onde você estiver, obrigada por tudo e me perdoa por cada minuto, cada segundo que eu desperdicei longe de você e tudo que eu poderia ter feito e não fiz. Meu amor vai ser como a minha saudade: infinito e pra sempre. Espero pelo dia em que estaremos juntas de novo. Minha amiga, minha companheira, minha filha, minha Mina. 

RESENHA: TERRÍVEL ENCANTO

A jovem Aislinn sempre viveu sob a proteção de três regras inusitadas mas bastante simples:
♦ Não encare os seres encantados invisíveis
♦ Não fale com os seres encantados invisíveis
♦ Nunca desperte a atenção deles
Mas, com a chegada de Keenan, um ser encantado poderoso e sedutor, essas regras parecem perder todo o significado, e a garota se vê diante de escolhas perturbadoras, imersa num mundo que desde pequena foi ensinada a temer e odiar.
Intriga sobrenatural, amores mortais e o choque entre antigas regras e expectativas modernas se entrelaçam neste extraordinário conto de fadas do século XXI.
Editora/selo: ROCCO Jovens Leitores | Autora: Melissa Marr | Nota: ★★★
Yay, hoje tem resenha \o/ Faz muito tempo que não faço uma aqui. E devo confessar que meu volume de leitura esse ano está vergonhoso, tô numa ressaca literária complicada, nem A Libélula no Âmbar tá conseguindo me tirar direito dessa.
Mas enfim, Terrível Encanto foi um livro que eu tinha como desejado no Skoob, e por causa disso o namorado escolheu pra me dar de presente. 
Tinha as melhores expectativas pra ele quando fiquei conhecendo a história e marquei no Skoob, porque NOSSA, um YA com seres encantados de verdade, com corte e tudo, parecendo tudo muito gaélico, roots e original. 
Mas uma das coisas mais chatas é quando você tem uma puta expectativa com o livro e ela não é assim tão bem correspondida. E bem, foi o que aconteceu com Terrível Encanto. :( *chora rios* Ainda assim, não deixei de fazer as fotos da resenha, porque a capa é linda e a temática também, então quis um cenário e edição que combinasse com o clima do livro, e as plantinhas do quintal serviram. 


O livro conta a história de Aislinn, que tem que lidar desde criança com a Visão, ou seja, o poder de ver seres do Mundo Encantado, que muitas vezes são assustadores, com um aspecto estranho ou feio. Acontece que um deles se faz visível pra ela, Keenan, o Rei do Verão, e então ela descobre que é a escolhida dele, sua Rainha, que foi aguardada e procurada por séculos, e a única que pode acabar com o frio que a Rainha do Inverno, a mãe dele, Beira, está jogando sobre a Corte do Verão, que ele governa. Aliás, que personagem DESPREZÍVEL a mãe de Keenan. Horrível mesmo, de uma crueldade sem tamanho.  
Keenan começa a perseguir Aislinn, e depois ela conhece Donia, que foi a escolhida anterior de Keenan. O problema é que ela não era a Rainha verdadeira, mas sem saber disso aceitou arriscar tudo por causa dele e ainda o ama, e por conta disso, virou a Garota do Inverno, que carrega o frio dentro de si. E é isso que acontecerá com Aislinn, caso ela aceite segurar o bastão de Rainha e mesmo assim, não seja a escolhida. Porém ela não quer abandonar sua vida, seu namorado, a escola, nada disso, para assumir o lugar como Rainha do Verão. 
Ah, durante a leitura, até se compreender todo esse esquema da Rainha do Verão e da Garota do Inverno, o que acontece com quem se não for a escolhida etc, demora um pouco, pois ele é meio confuso e a autora não dá explicações diretas no começo. 


Além disso, na história temos a avó de Aislinn, que sabe da Visão, a tem e sempre orientou a neta com as regras de ignorar os seres encantados. E tem também Seth, o cara por quem Aislinn é apaixonada, que gosta dela e se torna o seu namorado. Ele é um cara legal e não queria que Keenan atrapalhasse o romance deles.
E falando nos caras, Keenan é um enjoadinho com Aislinn, bem longe do "sedutor" da sinopse do livro... Ele tem muitas qualidades mas a autora também não liga de mostrar seus muitos defeitos. Alguns tipos de defeitos a gente releva pois ajuda no realismo do personagem, mas os dele eu não consegui engolir. E na verdade Aislinn também é um bocado chata, achei meio sem personalidade, MASS ao menos ela é algo inteligente e esperta, não mais uma tonta que achamos em vários YAs, ela só não me despertou muita simpatia. Daí acabei shippando muito Keenan com Donia, aí sim fica fofo e sem nada de chatice. É até curioso ver que Keenan, apesar de querer que Aislinn seja sua rainha, ainda tem um grande carinho ou sentimento, sei lá, por Donia, e ela sofre por ele estar escolhendo outra, mas é pelo bem da Corte. Aliás, Donia é quem devia ser a protagonista! Achei ela bem legal, com certeza a melhor personagem do livro. 


Uma coisa digna de elogios foi a construção dos seres encantados, da Corte do Verão, as outras Cortes que são só citadas e tudo o mais. Foi realista e bem sacada. Desde criança sou fascinada com as histórias sobre o "povo pequeno", que originalmente são contadas pelos celtas gaélicos (das ilhas da Grã-Bretanha), e vê-los transportados pra um livro de YA, com mais descrições e interação foi ótimo. A autora soube criar e descrever aspectos bonitos e feios pra eles, suas interações com Keenan, e nas partes onde perseguem Aislinn e ela tem sempre que fingir que não vê foram bem angustiantes, pois são conhecidos por serem sedutores e doces, mas também cruéis e egoístas. Deu pra ver que houve muita pesquisa envolvida, e nesse aspecto a gente não se decepciona (e adorei os trechos de livros antigos falando sobre os seres encantados, no começo de cada capítulo).


Somando isso, a história tem vários elementos legais mas acho que Melissa Marr não soube trabalhá-los muito bem, a começar por Aislinn e Keenan, dois chatos que deveriam ser legais, por serem os protagonistas do livro, e Donia e Seth acabaram roubando a cena, pra mim. Uma parte minha ficou querendo que Keenan fosse realmente aquele personagem de YA e que houvesse um triângulo amoroso perturbador e tal, mas em momento quase nenhum eu achei que Aislinn fosse largar Seth pra ficar com ele (e o pior, eu já sabia o que de fato ia acontecer por um spoiler que uma idiota deixou numa resenha no Skoob). Mas de qualquer forma, o que realmente aconteceu, de certo modo foi legal pois fugiu um pouco do óbvio que sempre ocorre nos YAs. E o livro é narrado em 3ª pessoa (AEEEEEEEEE), o que ajuda a ter uma idéia da história segundo os outros personagens, como Donia, que tem várias passagens. 


Ah, um outro problema do livro é que a autora enrola MUITO pra levar a história adiante, os acontecimentos demoram. Claro que é necessário ter uma preparação, as coisas não podem sair evoluindo do nada. Mas as páginas vão passando e Keenan continua lá, cercando Aislinn e ela tentando evitá-lo. Só depois da metade é que tudo começa a ficar mais interessante e movimentado. 
Claro que eu fiquei curiosa com a história em si ao longo da leitura, e a escrita da autora é bem agradável, leve sem ser completamente simples, mas eu esperava mais do livro. A história poderia ter se desenvolvido mais cedo e mais rápido, os protagonistas deviam ser mais legais ou então o livro poderia ser mais curto. 

MAS não é uma leitura de se jogar fora, justamente pelos elementos legais e muito bem construídos, como o cenário dos seres encantados. E por causa disso quero ler os outros livros dessa série Wicked Lovely. O próximo é Tinta Perigosa, já vai pra wishlist no Skoob. 


Por hoje é isso, espero que tenham gostado da resenha e das fotos (acho que foram as mais bonitas que já fiz de livros até hoje hoho) ♥ Tentei ser breve mas sabem que eu não consigo tanto né... A gente já chega com a resenha na cabeça mas na hora vão surgindo mais e mais coisas que podem ser faladas, aí já viu.
Beijos :*
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