05 fevereiro 2015

Photodiary, o retorno: Instagram

Depois que fiz meu Instagram, por mais que planejasse, nunca lembrei de fazer um apanhado dele e postar aqui, mas agora finalmente dei um jeito e fiz! :D Assim é muito mais fácil do que quando eu fazia aqueles posts chamados de Photodiary, há anos atrás, quando eu não tinha o iPhone e nem o Instagram. Daí vou postando assim com mais frequência aqui. E, pra deixar relativamente atualizado, como não dá pra postar as coisas mais legais desde o começo, peguei as mais legais desde o Natal, então estão por ordem cronológica :) (e só depois de postar notei que a qualidade das imagens foi pro saco, obrigada Blogger) 


# Sou do tipo que aproveita os dias em que usa maquiagem elaborada pra tirar selfie bonitinha. Esse look é do dia do Natal, na foto a sombra tá parecendo meio cinza mas na verdade usei uma paleta da Vult com tons lindos de verde, qualquer hora mostro ela aqui. 
# Aquarelinha que fiz pra ilustrar o cartão de Natal do namorado. Sou aloka dos cartões, sempre gosto de fazer algum, mesmo que pequeno, junto com algum presente que dou (e que bom que ele também faz pra mim, senão ia ter #treta hahahaha). 


# Mais selfie boba aproveitando o make do Natal haha. Dessa vez usando um daqueles batons líquidos matte "Velvechinas" do Aliexpress  Tenho vários, preciso mostrar aqui também. 
# Em praticamente todo Natal eu invento de fazer alguma receita doce pra aumentar a ceia. Já fiz tarteletes, cupcakes (e mostrei aqui no blog), ano passado acho que não fiz nada mas nesse resolvi fazer uma torta de maçãs. Juntei duas receitas diferentes, uma pra massa e outra pro recheio, porque a massa original da torta de maçã típica é muito demorada e não ia dar tempo :(( Mas ficou tãããão boa, todo mundo elogiou hoho, e modéstia à parte, a decoração ficou linda com as cerejas e o açúcar servindo de "neve" huauhaha. 


# Presentes de Natal do namorado, na maioria das vezes são vários pois ele é megalomaníaco haha: um livro que eu estava louca pra ler há tempos; um dos melhores álbuns da minha ex-banda favorita (perdeu o lugar pro Eluveitie) mas que ainda amo muito; case pro iPhone do Slayer e um punhado de chocolates, sempre damos chocolate um pro outro haha. Estão faltando 3 ali porque eu já tinha comido. 
# Dia de faxina no quarto, o que inclui as minhas miniaturas preciosas de Star Wars 


Dois Velvechinas novos que chegaram do Aliexpress. Demoraram TANTO, gente, eu tinha comprado isso em setembro, pqp. Alfândega brasileira maldita. 
# Sofrendo com minha comida preferida, a japonesa, e apresentando ao namorado, que adorou :3 (também né, NÃO TEM como não não gostar) Isso foi num restaurante na cidade do meu pai, há cerca de 1 hora da minha, aqui não tem restaurante japa :( (ainda não, porque tem um lugar aqui em que vi uma faixa anunciando, mas até agora, só a faixa mesmo :<)


# Ainda da cidade do meu pai, um lanche maravilhoso do Bob's (que, ta-dãn, também não tem aqui), mas esse eu trouxe pra comer quando voltei de viagem pra casa. 
# Mina e suas minices. Ser mãe de gata é ter que aturar ela inventar de desbravar seu guarda-roupa.

# Maais uma selfie de Natal. Eu tiro várias e vou postando de vez em quando haha. #repetitiva 
# Registrando o dia em que ia começar a ler Outlander. E agora já estou pra lá da metade, e tô amando como já imaginava que ia acontecer. 


# Até nos meus desenhos tenho a admirável capacidade de enrolar. Esse já estava feito à lápis há meses, desde o ano passado, e só um dia desses fui tomar coragem pra alterar umas coisas que queria e fazer o lineart dele. 
# Foto velha, mas que só postei recentemente, de um teste do meu cospobre improvisation de celta pra uma promoção do fã-clube oficial do Eluveitie aqui no Brasil, que por sinal, eu ganheiiiiiiiiiiii *_* No próximo post de Instagram vai ter a foto dos prêmios hihi. 

Até o próximo post gemt ;)

16 janeiro 2015

Resenha: A Filha do Sangue + coisas lindas recebidas


Já estamos em 2015 e eu só voltei a postar hoje :( Shame on me! Estive muito ocupada do final do ano passado pra cá, me matando de estudar (porque sim, a faculdade acaba mas os estudos não, argh) e tive que deixar o blog de lado nas postagens, mas já tinha resenhas prontas pra postar, e muitas fotos e tal. 
Fora que recebi muitas coisas maravilhosas das editoras parceiras, Sextante, Arqueiro e Saída de Emergência, então vou mostrar aqui também! Mas primeiro, vamos à resenha de A Filha do Sangue: 

Editora: Saída de Emergência
Páginas: 430
Nota: 
O Reino Distorcido se prepara para o cumprimento de uma antiga profecia - a chegada de uma nova Rainha, a Feiticeira que tem mais poder que o próprio Senhor do Inferno. Mas ela ainda é jovem, e por isso pode ser influenciada e corrompida. Quem a controlar terá domínio sobre o mundo. Três homens poderosos - inimigos viscerais - sabem disso. Saetan, Lucivar e Daemon logo percebem o poder que se esconde por trás dos olhos azuis daquela menina inocente. Assim começa um jogo cruel, de política e intriga, magia e traição, no qual as armas são o ódio e o amor. E cujo preço pode ser terrível e inimaginável.




Esse era um livro que eu estava louca pra ter em mãos. Li muitas resenhas sobre ele, a maioria cheia de elogios, dizendo que o livro é incrível e que nunca leram algo parecido antes, e só vi umazinha falando não tão bem dele. E cheio de temas polêmicos como sexo, incesto, pedofilia, dominação e outras coisas, além de ser definido como do gênero "dark fantasy", algo que até então eu não sabia que existia, obviamente me deixou bem curiosa.  
O difícil é fazer uma resenha curta e rápida porque o universo onde a história se passa é bem complexo e detalhado.
No Reino dos Sangue, a sociedade é dividida em castas. As pessoas, ou Sangue, mais poderosos, se utilizam de Jóias, que são pedras preciosas as quais lhe conferem poderes. Há também os mais fracos, que não possuem Jóias, porém o foco do livro não é neles. 
A história se passa entre os Sangue mais poderosos, que são de várias raças diferentes, e dentro de 3 territórios: Terreille (a Terra), Kaeleer (a zona intermediária) e o Inferno.
Esse Reino das Trevas há muito se encontra corrompido pelas Rainhas, mulheres poderosas com sede de dominação, que escravizam e brutalizam os Sangue (que antes eram protetores do Reino) machos mais poderosos, desde a infância, para que sejam seus escravos (inclusive sexuais...), e eliminam sem pena qualquer uma que possa vir a ser uma ameaça. 
Porém foi profetizada a chegada de uma pessoa especial, uma Feiticeira, o título mais alto dentre as  Sangue que usam Jóias, dona de um poder inimaginável, e que traria equilíbrio à já tão corrompida sociedade dos Sangue. 


Então é desse ponto que a história se desenrola. No decorrer do livro somos apresentados a Daemon, Saetan e Lucivar, e a narrativa é sempre do ponto de vista deles. São os machos mais poderosos do Reino, e, sabendo que a chegada da Feiticeira será em breve, se preparam para serem seus servos. Ficam ansiosíssimos por ela, jurando lealdade eterna e tal. O que eles ainda não fazem idéia, mesmo sentindo por diversas vezes o poder dela, é que a Feiticeira é ainda uma menina de 12 anos, inocente, jovem e vulnerável, podendo ainda ser muito influenciada e moldada. Em resumo, ainda uma criança. Seu nome é Jaenelle Angeline, e aos poucos, todos os três irão travar contato com ela. Daemon e Saetan serão os mais próximos, pois Saetan será seu tutor, pois a vê como a "filha de sua alma", e Daemon acaba se tornando um amigo muito próximo. 


Daemon e Lucivar são irmãos por parte de pai, no caso, Saetan (sim, não suspeite do nome, é isso mesmo, Saetan é O Senhor do Inferno), que, ao contrário dos filhos, já está morto (embora isso não faça diferença na história). Daemon e Saetan são os únicos machos do Reino a usar a Jóia Negra, a mais forte e poderosa de todas. 
Saetan é um ótimo personagem, e a medida em que vai interagindo com Jaenelle, vamos nos afeiçoando a ele.
Daemon, conhecido como Daemon Sadi, o Sádico, foi por muito tempo uma incógnita pra mim. Se mostrava frio e distante, mas assim como Saetan, é ao longo de seu relacionamento com Jaenelle (e outros personagens secundários) que vamos conhecendo-o melhor, e também acabei me afeiçoando muito a ele. Deu pra notar que é alguém injustiçado, que nunca mereceu tudo o que sofreu nas mãos das Rainhas (por exemplo, os machos escravizados não podem ficar fisicamente excitados, pois usam um Anel de Dominação localizado "naquele" lugar, onde a Rainha pode enviar descargas de dor imensa com o fim de controlá-los), mas que tem em Jaenelle todas as esperanças de servir a Feiticeira, alguém justa e digna. A relação dele com Jaenelle é muito carinhosa e cheia de cuidados. Ele sente uma inevitável atração de alma por ela, por saber que dentro do corpo jovem está a alma milenar e poderosa da Feiticeira, a quem está destinado a servir, mas sabendo de que ainda é Jaenelle, uma criança, a trata com todo o respeito possível, e por vezes, como uma criança deve ser tratada. 
Falando em Jaenelle, senti falta de a narração ser do ponto de vista dela, e ela demora a aparecer na história mas ok. Pra uma menina de 12 anos, portadora de um poder tão grande, a achei sábia, corajosa e agindo de acordo com a sua idade. Sua história é muito interessante pois ela é por vezes internada no Hospital Psiquiátrico Briarwood desde pequena, já que sua família acha que seus dons são esquisitices e maluquices de uma mente perturbada. Futuramente são reveladas coisas chocantes sobre esse hospital, e tudo o que passamos a ter é, além de tudo, muita pena de Jaenelle. 

Favor não reparar na minha pinha de decoração que usei pra segurar a capa haha. 
Sobre os temas polêmicos que eu citei lá em cima, achei bem dosados, nada exagerado ou que te faça querer tacar o livro longe, e fazem total sentido na história. Eles não são retratados como se fossem coisas "normais", longe disso. É que a sociedade dos Sangue está MUITO corrompida, e pra essas pessoas vis e corrompidas, aí sim são tidos como normais. Mas ainda existe bondade e quem não concorde com essas coisas, como os personagens centrais do livro. No fim, as polêmicas são um bom pano de fundo que ajuda a dar profundidade e seriedade à história. 


Minhas únicas críticas ao livro é que poderia haver um mapa para explicar melhor a localização de cada reino e tal, e o ritmo da história no começo é um pouco lento e parado. E, como são muitos detalhes na história, vez ou outra fiquei meio confusa com a hierarquia das castas, a quantidade de personagens e o funcionamento do poder das Jóias, mas nada que uma relida atenta no trecho não resolva. E o livro vem no início com uma lista explicativa dos principais personagens e das Jóias. 


Enfim, o que dá pra falar é que concordo com as resenhas elogiando o livro, a história, os personagens e a originalidade. De fato nunca li algo parecido antes, que constrói esse gênero de fantasia de uma forma completamente nova. A escrita da autora é fluída, bem construída e por vezes muito bonita em certas passagens. Os personagens são cativantes e originais (não acontece aqui aquilo de que a história é boa mas os personagens ruins), e da metade do livro adiante vão acontecendo muitas coisas e você não consegue mais largar. O final teve coisas muito "OMG" ocorrendo e me deixou curiosa pra uma continuação. Enfim, se querem um livro realmente diferente e que te deixe impressionada com a história, corra pra ler A Filha do Sangue! *_* 
E as últimas fotos foram da orelha e capa internas que são uma atração à parte, deixam o livro muuito mais lindo, a Saída de Emergência tá de parabéns pelo trabalho! 

E agora, às coisas maravilhosas recebidas pelas minhas amadas e queridas editoras parceiras:

Foco no Pocket Jamie.
Essa aqui foi postada no meu Instagram (segue lá! :D). Foi praticamente um presente de Natal porque chegou no dia 23 haha! Fiz o pedido pra ed. Saída de Emergência, porque tava LOUCA, SURTADA pra ler Outlander, gente. E pra ed. Sextante, o livro do Ana Maria Brogui, pois conheço o canal há muito tempo e vivo assistindo e babando nas receitas (inclusive meu jeito de fazer resenha dele vai ser fazendo as receitas hoho). #nomnomnom 
E essa coisa pequena, meiga e singela no meio dos livros é o Pocket Jamie! :3 Veio junto com o mousepad e o button de Outlander que aparecem nas próximas fotos. 


E aqui tem coisas das 3 editoras: há uns dias atrás recebi uma carta da Arqueiro, desejando um feliz 2015 e enviando o típico e maravilhoso calendário, como enviou no ano passado também. E junto, da Saída de Emergência vieram um button do segundo volume da série Outlander (A Libélula no Âmbar), um marcador magnético de Outlander (que coisa LINDA E GENIAL  dá até pena de usar e só pregar na geladeira haha) e um aviso de portas do Manual do Mundo (que saiu pela Sextante). 
E ainda falando em Outlander, esse mousepad LINDO está de intruso na foto porque a SdE também me mandou há um tempinho mas quis que ele aparecesse aqui PORQUE É MUITO LINDO ♥ ♥ ♥ (reparem que já peguei um amor por Outlander sem ainda ter lido ou assistido, quando isso acontecer acho que vou infartar hahahaha). 


Junto com o mousepad da foto de cima, a SdE tinha enviado o primeiro button dessa foto, e agora enviou mais um, do segundo livro da série. 

Enquanto eu tirava as fotos, alguém dava duro na minha cama. 
Foco no Pocket Jamie ♥ 


Finalizando, uma amostrinha de como é o calendário por dentro. (e opa, esse A Música do Silêncio, contando um pouco da história da Auri que aparece em A Crônica do Matador do Rei/vulgo O Nome do Vento, já quero hein *-*). 
E muito obrigada às queridas Arqueiro, Saída de Emergência e Sextante, que mandam coisas maravilhosas quando eu solicito e quando não estou esperando também! É muito bom ter vocês junto com o blog! :) 

 Hasta! 

02 dezembro 2014

Resenha: A Promessa do Tigre


I'm back! A resenha de hoje não era pra sair hoje, mas a esperta aqui, enquanto fotografava A Filha do Sangue (que era a resenha que deveria sair primeiro), tirou mil fotos e esqueceu de tirar da contracapa, que merece porque é muito linda. Então, pra não ficar aquele post enorme, vai ser um de cada vez, e aí passei A Promessa do Tigre na frente.

Editora: Arqueiro 
Páginas: 117
Nota: 
Antes da maldição, uma promessa. Mais de 300 anos antes de Kelsey surgir na vida de Ren e Kishan, houve outra jovem. Seu amor por um deles mudou o curso da história e o destino da família Rajaram. Criada longe dos olhos da corte, Yesubai luta para suportar os maus-tratos do pai Lokesh e esconder seus poderes. Ao completar 16 anos, ela é surpreendida por um anúncio do rei, que acredita que um casamento entre a filha do comandante de seu exército, e um pretendente de algum dos reinos vizinhos será uma boa estratégia para diminuir os conflitos na região. Então, pela primeira vez ela enxerga uma esperança, e a chance de poder ser livre de Lokesh e seu confinamento. Mas ele vê no casamento uma oportunidade para atingir seus objetivos sombrios. A Promessa do Tigre conta a origem dos acontecimentos que levaram às aventuras da aclamada série A maldição do Tigre.

 A Promessa do Tigre é um prequel, ou seja, uma prévia dos acontecimentos da saga dos Tigres. Se você ainda não a leu, pode ler que não tem spoilers nem nada, mas se você já leu e ama, A Promessa é leitura OBRIGATÓRIA e te fará ver muitas coisas com outros olhos. 
O livro conta a história de Yesubai, o primeiro amor de Ren e Kishan, por quem eles brigaram, e peça-chave para que fossem amaldiçoados. 
A gente sabe que ela era filha do surtado do Lokesh, o vilão mais megalomaníaco e cruel de que se tem notícia haha. Porém aqui, por ser pai dela, ele aparece muito mais, e vemos mais ainda como ele é louco, maligno, detestável e tudo o que se pode falar de ruim de alguém. A coitada Yesubai vive presa e sob vigilância constante, podendo contar apenas com a amizade de Isha, uma senhora que a cria desde bebê, quando sua mãe morreu no nascimento (e claro que na verdade a mãe foi morta por Lokesh). O que Lokesh não sabe é que, como ele, a filha também tem poderes, mas, espertinha, os esconde do pai. 
Então, quando Yesubai tem 16 anos, numa festa dada especialmente pra ela, é surpreendida por um anúncio do rei de seu reino, que pretende oferecê-la em casamento a outro pretendente importante, visando diminuir as guerras na região. Yesubai fica feliz com a notícia, pois é sua única chance de se livrar do domínio do pai e viver longe dele. Lokesh também não sabia disso, mas dá um jeito de obter vantagens para seus planos. Nessa festa, Yesubai vê Kishan de longe e se apaixona à primeira vista por ele, que não a vê e parece o único homem alheio e desinteressado no anúncio de casamento. Daí, depois disso Lokesh vai se aproximando do reino dos Rajaram, com o intuito de pegar os pedaços faltantes do Amuleto de Damon que estão com Kishan e Ren, sempre usando Yesubai em suas manobras. 


Minha opinião sobre ela, antes de que era uma garota fraca, falsa e manipulável, mudou bastante. Infelizmente aqui ela continua sendo vítima do pai, pois ele a chantageia constantemente, ameaçando sua amada Isha (a única pessoa no mundo que a tratou com amor e em quem pode confiar), de que se Yesubai não seguir fazendo tudo o que ele quer, Isha é quem sofrerá terrivelmente. Lokesh a ordena matar Ren (seu noivo), mas mesmo não o amando, ela teme pela vida dele. E após, ameaça a vida de Kishan, seu verdadeiro amor. O que fazer então?
Yesubai não tem muito para onde fugir, mas é esperta e sempre tenta contornar os planos do pai, mesmo sabendo que corre grandes riscos, não deixa de tentar agir. Sinceramente, a achei mais decidida e menos mimizenta que a chata da Kelsey. Além disso, Yesubai sabe das coisas, manja dos paranauê e é Team Kishan minha gente! \o/
Dá pra notar também que Ren passou a amá-la, mas era um amor não correspondido, pois muito antes de ser prometida em noivado a ele, ela conheceu Kishan e se apaixonou por ele de cara. Ele também se apaixonou por ela, e mais doce e romântico do que nos outros livros da Saga (pois ainda não tinha sido amaldiçoado), parecia disposto a qualquer coisa pra ficar com Yesubai. Eeee falando no nosso querido tigre de ébano, ele aparece muito nesse livro! Muito mais que o Ren, yay! E falando em Ren, se nos livros da saga parecia que era Kishan quem atrapalhava Ren e Kelsey, aqui fica claro que Ren é que atrapalha Yesubai e Kishan.

E o final, bem, infelizmente todo mundo que leu a saga sabe que Yesubai morre. Eu sinceramente esperava muito que acontecesse algo diferente, pois me afeiçoei muito a ela, pois mesmo sendo uma vítima das circunstâncias e do pai, acreditou e fez o que pode para salvar quem amava, achando que conseguiria. E o casal que ela forma com Kishan é lindo e dá muita pena pelo que acontece no fim e como acontece. Muita MESMO, enchi os zói d'água. 


Enfim, é um livro essencial pra quem ama a saga dos Tigres. Dá pra entender bem porquê Kishan era tão revoltado com a vida, e também sua grande briga com Ren. E dá pra ficar amando o Kishan mais ainda, se você sabe das coisas e também é Team Kishan hoho.  
A escrita de Colleen está, em muitos momentos, mais bonita e descritiva ainda, te fazendo imergir na história. Outra coisa legal é que os pais de Kishan e Ren aparecem muito mais. Adorei a minha sogrinha Deschen hahaha, muito mais legal do que como os Tigres a descreviam. E o livro é curtinho, 117 páginas só (e a Arqueiro manteve a edição linda com a capa metalizada e em alto relevo, e ainda usou um papel grossinho com um cheiro uma delícia haha, e que deixou o livro mais bonito ainda). Fora que a leitura e os acontecimentos te deixam presa, e num dia você leu tudo! Aliás, o único defeito do livro é que devia ser maior, sinceramente. Então, pra quem já é Tiger e pra quem pretende ser, LEIAM SSAPORRA!

Hastaa~
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